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		<title>Primeiro satélite universitário será lançado em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com orçamento anual de R$ 1,7 milhão, o Itasar é um  microssatélite de coleta de dados ambientais e meteorológicos, que  deverá ser lançado por um foguete nacional, por volta de 2012.
O Itasat está inserido no Plano Plurianual de Desenvolvimento e  Lançamento de Satélites Tecnológicos de Pequeno Porte (PPA), destinado a  promover [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Com orçamento anual de R$ 1,7 milhão, o Itasar é um  microssatélite de coleta de dados ambientais e meteorológicos, que  deverá ser lançado por um foguete nacional, por volta de 2012.</p>
<p>O Itasat está inserido no Plano Plurianual de Desenvolvimento e  Lançamento de Satélites Tecnológicos de Pequeno Porte (PPA), destinado a  promover a capacitação brasileira para atender a demanda pelas futuras  gerações de micro e nanossatélites. A coordenação geral do projeto é  feita pela AEB, tendo o ITA como responsável pela execução do projeto e o  Inpe como provedor de consultoria técnica, de infraestrutura  laboratorial e gestão financeira.</p>
<p>Segundo o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB,  Thyrso Villela, o Itasat tem como missão principal a formação de  especialistas na área de engenharia aeroespacial, com o desenvolvimento  de novas tecnologias para o setor. &#8220;O primeiro satélite vai levar a  bordo um transponder digital, que vai receber e transmitir informações,  coletadas da rede de plataformas brasileira e utilizadas hoje na  previsão de tempo&#8221;, diz Villela.</p>
<p>A rede brasileira de Plataforma de Coleta de Dados (PCDs) é formada por  mais de 800 estações, espalhadas por todo o território. Elas coletam,  armazenam e transmitem, automaticamente, medidas de variáveis  meteorológicas e ambientais, realizadas a cada hora e armazenadas na  memória da PCD. A transmissão dos dados é feita via satélite, a cada  três horas.</p>
<p>O Itasat conta com a participação da Universidade Federal do Rio Grande  do Norte (UFRN), Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP),  Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de  Campinas (Unicamp), Universidade de Brasília (UNB), e da Technical  University of Berlin. Em 2009 o Itasat envolveu 32 alunos de graduação,  23 de mestrado e cinco de doutorado.</p>
<p>Atualmente, 120 microssatélites universitários de cunho tecnológico são  lançados por ano no mundo e apenas 15 países trabalham com esse tipo de  projeto. &#8220;O Itasat é um projeto que estimula a participação das  universidades no esforço nacional de desenvolvimento do Programa  Espacial Brasileiro&#8221;, ressalta Villela.</p>
</div>
<div>Fonte: AEB</div>
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		<title>Especialistas cobram decisão sobre domínio do espaço aéreo brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diretor-geral brasileiro da empresa Alcântara  Cyclone Space (ACS), Roberto Amaral, disse ser urgente que as  autoridades públicas decidam se querem que o Brasil assuma,  definitivamente, o domínio sobre seu espaço aéreo, ou se aceitará que  outros países desempenhem essa função.
- Nosso  país precisa decidir se vai cuidar de si [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-geral brasileiro da empresa Alcântara  Cyclone Space (ACS), Roberto Amaral, disse ser urgente que as  autoridades públicas decidam se querem que o Brasil assuma,  definitivamente, o domínio sobre seu espaço aéreo, ou se aceitará que  outros países desempenhem essa função.</p>
<p>- Nosso  país precisa decidir se vai cuidar de si próprio ou se vai ceder o  controle de seu espaço aéreo para outros países. Essa é uma decisão  crucial, estratégica e política e terá que ser enfrentada &#8211; avaliou o  especialista, perante os senadores da Comissão de Ciência, Tecnologia,  Inovação, Comunicação e Informática (CCT).</p>
<p>Ele  citou a importância estratégica de um programa de controle do espaço  aéreo para as áreas de comunicação, segurança nacional, meteorologia,  pesquisa, entre outras.</p>
<p>Também presente ao  debate na CCT, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos  Ganem, frisou que faltam políticas claras no país para o controle do  espaço aéreo. Para ele, o domínio do espaço aéreo é fundamental para o  desenvolvimento do país, em termos econômicos e também em áreas como  comunicação, educação à distância e realização de cirurgias com  monitoramento remoto, por exemplo.</p>
<p>- Brasil  parece ter medo de exercer um protagonismo na exploração do espaço  aéreo. Não temos políticas, as prioridades foram ignoradas, em nome de  atividade econômica localizada &#8211; criticou ele, referindo-se ao avanço da  indústria da construção civil em torno da base de Alcântara, no  Maranhão.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Blog</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 05:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inaugurado o blog da Orbite!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Inaugurado o blog da Orbite!</p>
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